Em busca da emoção perdida

http://locus-studio.com/?privet=hombres-con-hijos-solteros&4dd=09 Um recente artigo da University of Indiana, chamado “Happiness is assortative in online social networks“, trouxe uma reflexão interessante sobre quais são os fatores que nos conectam nas redes sociais. Através de uma extensa pesquisa que contou com a análise da timeline de 102 mil usuários de Twitter durante seis meses, os pesquisadores concluíram que as redes sociais tendem a favorecer conexões entre pessoas com características similares e com valores parecidos. Essa propensão à conexão não se refere somente a fatores como idade, raça ou localização, mas também relaciona-se com fatores psicológicos como solidão ou felicidade.

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http://euromessengers.org/?biodetd=bdswiss-auszahlung&4b5=34 Até aí, nenhuma novidade. Na “vida offline”, isso já acontece, certo? É só lembrar do provérbio “diga-me com quem andas que te direi quem és”. Somos influenciados pelas nossas conexões e tendemos a nos relacionar com quem compartilha semelhanças conosco, formando grupos orientados por diversos fatores físicos e psicológicos. Existem vários estudos nessa linha, e Nicholas Christakis é um dos pesquisadores que trouxe contribuições valiosas na ciência das conexões, através do livro Connected – The Surprising Power of Our Social Networks.

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enter Voltando à pesquisa de Indiana, os pesquisadores também chegaram a essa mesma conclusão: “nossos resultados implicam que as redes sociais online devem ter o mesmo padrão de organização que coordena as redes sociais offline.” Em outras palavras, indivíduos felizes tendem a se conectar com outras pessoas também felizes – tanto online quanto offline.

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see is ashley and zach from real world still dating Porque não usar o conhecimento acadêmico para aplicar nas estratégias de mídias sociais?

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watch A Fast Company trouxe um insight interessante em relação à aplicação prática dessa pesquisa acadêmica: os perfis corporativos no Twitter. A pesquisa nos ajuda a entender o processo de formação de agrupamentos em redes sociais – neste caso, o Twitter – e o quanto isso tem a ver, entre outros fatores, com o compartilhamento de sentimentos positivos e negativos. A pergunta que fica é: e se os perfis corporativos fossem menos frios, duros e informacionais e se tornassem mais… emocionais? Para criar relacionamentos baseados em sentimentos positivos, a experiência de adotar uma postura mais “humana” e emocional aos tweets pode ser bem interessante e trazer bons resultados.

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