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#SAS2015 – Entrevista com Cristina Cardoso

SASFaltam menos de 10 dias para o Social Analytics Summit 2015, evento em que sou co-curadora da grade de conteúdo, em conjunto com meu amigo Tarcízio Silva!

Para deixar todo mundo curioso desde já, estamos fazendo uma série de entrevistas com alguns dos palestrantes e professores do SAS2015.

A terceira entrevista é com a Cristina Cardoso, que é atualmente Consultora de Estatística na SKY Brasil e já passou por grandes empresas de pesquisa, como a Nielsen e a Ipsos, e agências de publicidade, como a Ogilvy.

No Social Analytics Summit, ela vai ministrar a palestra “Previsões e modelos estatísticos para métricas de mídias sociais“, mostrando que a estatística não é um bicho-de-sete-cabeças e uma disciplina essencial para os nossos relatórios.


Na sua opinião, quais são as principais contribuições que profissionais com formação em estatística podem trazer para equipes de Business Intelligence e Performance das agências de comunicação/publicidade?

O básico seria dizer que um estatístico possibilita a aplicação de técnicas analíticas mais sofisticadas, o que otimiza resultados e mesmo processos (planejamento de campanhas e construção de relatórios).

Mas sou uma defensora de um lado muito mais rico do que técnicas especificas: a visão estatística da informação, mesmo sem usar técnicas essencialmente estatísticas.
Nunca me espantou as pessoas odiarem matemática, números e etc. Desde cedo todo mundo nos ensina que é chato (não estou dizendo que seja, mas sim o que se esforçam para nos convencer desde criancinhas…). Com certeza quem foi estudar publicidade, comunicação e afins não foi por amor incondicional à analise quantitativa. Mas aí, vão trabalhar numa agência e descobrem o que deveríamos, mas não aprendemos, na escola: sem analisar os dados, não se pode tirar conclusões!
Formados em exatas estão alguns passos à frente neste quesito: não é na marra que perdem o medo dos números…
E, por não ter todo este medo antes, trazem uma bagagem analítica mais sólida.

Os estatísticos tem uma formação diferenciada, mesmo num universo de “exatóides”. Há um foco muito grande em questões de variabilidade. Este é um conceito pouco falado, mas que é o coração de qualquer visão estatística: o pensamento norteado por variáveis e co-variáveis. Esta visão possibilita uma visão mais completa e assertiva do que os dados estão “contando”. E nada como ter conhecimentos diversos para contaminar uma equipe de boas ideias, não é mesmo?


A maior parte do público do evento, apesar de trabalhar com relatórios e planilhas, é da área de humanas. Quais dicas você daria para quem começar a aprender sobre Estatística?

Aprender estatística é muito legal! =)
Mas seguindo a linha da resposta anterior, existe algo muito mais acessível e não menos importante: aprender a ter uma visão mais analítica dos fatos!

Sempre é possível melhorar a sua visão analítica. Minha dica é sempre esta: focar em ser um crítico analítico! (muito mais do que ficar focado em dominar completamente uma ou outra técnica específica). Quando se é um bom crítico analítico, é muito mais fácil adaptar técnicas (e podem acreditar: adaptar é essencial), mesmo sem o completo conhecimento teórico de uma técnica específica.
Como fazer isto? Estudando muito, claro! Ninguém disse que ia ser fácil! :)

Mas com uma atitude menos passiva, mas muito mais crítica ao que se está estudando: onde mais posso aplicar isto? Esta técnica dá mesmo a resposta que estou buscando? Além da resposta principal, quais outras informações posso aproveitar aqui? O custo/beneficio da técnica é valido? Existe algum tipo de gráfico ou tabela me traria a mesma resposta? E por aí vai….
Com esta visão crítica, se estudar técnicas e exemplos de analise aplicada à qualquer área do conhecimento (de saúde, à engenharia, entre tantos universos até chegar em web, social mídia, etc), poderá aproveitar o conhecimento adquirido. Os conceitos são os mesmos, basta adaptar para poder usar no resultado de uma campanha!


Pra deixar o pessoal do SAS mais curioso, pode falar um pouquinho sobre o que você vai apresentar no evento?

Desafio total! Mas super prazeroso, porque é uma oportunidade de promover interesse (ou aumentar o que já existe) por algo que gosto tanto!
Vou levar um pouco de conceitual de estatística e sobretudo modelagem (foco da apresentação), mas numa linguagem mais “palpável” para o publico de agência.
Mostrar a diferenças de aplicação e resposta entre algumas das mais famosas técnicas de modelagem disponíveis. Além de quebrar alguns equívocos de aplicação e interpretação.


Para ver as outras entrevistas com os palestrantes do #SAS2015, clique aqui e no blog do Tarcízio. E compre já seu ingresso:

Nos vemos no evento! :)

#SAS2015: Entrevista com Agatha Kim


Faltam apenas 10 dias para o Social Analytics Summit 2015, evento em que sou co-curadora da grade de conteúdo, em conjunto com meu amigo Tarcízio Silva!

Para deixar todo mundo curioso desde já, estamos fazendo uma série de entrevistas com alguns dos palestrantes e professores do SAS2015.

A segunda entrevista é com a Agatha Kim, que é uma planner cheia de referências, atualmente Diretora de Planejamento na Havas WW e é também uma das responsáveis por me levar pra lá. :)

No Social Analytics Summit, ela vai ministrar a palestra “O desafio de transformar dados em estratégia sob a ótica de planejamento“, falando sobre a infinidade de informação que temos disponível atualmente e como extrair insights desses dados.


Na sua opinião, quais são as principais vantagens da integração entre as áreas de Dados e de Planejamento? O que falta para que essa configuração ocorra com mais frequência?
A vantagem da integração entre áreas diferentes é a possibilidade de estar exposto a pessoas com perfis e backgrounds diferentes, que podem se complementar e descobrir coisas e chegar a lugares que um planner ou um BI sozinho, não poderia.

Pessoas de áreas diferentes, geralmente tem perfis diferentes, e quando acontece a integração é quando a soma pode ir além de apenas a junção de dois elementos diferentes.

Para que isso aconteça com mais frequência é preciso mais disponibilidade e diálogo. Tenho visto isso acontecer com mais frequência, pois os profissionais que tem vindo, são de uma geração que cresceu com os meios digitais, e entende a importação do compartilhamento e colaboração.


Os profissionais de BI precisam, cada vez mais, adquirir conhecimentos que vão além das ferramentas. Quais conselhos/leituras você recomendaria para aqueles que querem aprender mais sobre o negócio dos clientes que atendem?
Eu acho que mais do que leituras ou conselhos, é preciso aprender a pensar. E para mim, estudar ciências humanas, especialmente filosofia, ajuda muito a ampliar os campos e pensar além do que o que se lê.


Pra deixar o pessoal do SAS mais curioso, pode falar um pouquinho sobre o que você vai apresentar no evento?
Sem spoilers e sem expectativas ;-)


Para ver as outras entrevistas com os palestrantes do #SAS2015, clique aqui e no blog do Tarcízio. E compre já seu ingresso:

Nos vemos no evento! :)

#SAS2015: Entrevista com Gabriel Ishida


Faltam apenas 10 dias para o Social Analytics Summit 2015, evento em que sou co-curadora da grade de conteúdo, em conjunto com meu amigo Tarcízio Silva!

Para deixar todo mundo curioso desde já, estamos fazendo uma série de entrevistas com alguns dos palestrantes e professores do SAS2015.

A primeira entrevista é com o Gabriel Ishida, que é atualmente Social Listening Coordinator da Pernod Ricard, empresa responsável por marcas como Absolut, Chivas e Jameson. Antes da Pernod, ele trabalhou por 5 anos na DP6, uma das agências mais importantes focadas em digital intelligence do Brasil. No Social Analytics Summit, ele vai participar de um debate chamado “Do outro lado da mesa: como entender as demandas dos clientes“, contando sua experiência e aprendizados nessa transição de agência para cliente.


Na sua opinião, quais são os principais empecilhos para que haja melhor relacionamento entre agências e clientes, principalmente no que tange às áreas de inteligência e performance?

Acredito que o principal problema é a falta de comunicação em entender o que cada lado precisa entregar.

Nisso, vejo que muitas vezes temos um conceito errado de “ser estratégico”. Por exemplo, a agência se empenha, trabalha demais para entregar um report super bem embasado e com insights a nível de estratégia de marca, mas o que o cliente esperava era saber quais tipos de vídeos deveriam investir mais. Aí a agência se frustra e o cliente também pois não era isso que queria receber, já que outra agência já faz isso para ele.

Creio que todo cliente deveria mostrar exatamente a expectativa que possuem em relação ao trabalho e quais questões gostariam que a agência respondesse. E a agência se ater a isso e entender que ser estratégico é ser importante para o cliente, independente se vai ser na formulação de posicionamento de marca ou indicar os melhores conteúdos nos canais da marca.


O que você recomendaria para um profissional interessado em realizar essa transição de agência para cliente, trabalhando “do outro lado” do balcão?
Recomendaria conversar com alguém que já está do outro lado para saber o que a empresa espera, o que será cobrado, quais tipos de envolvimento a pessoa terá internamente. Eu tive essa “consultoria” e já fui com a cabeça preparada pois é outro ambiente, realmente. Temos outros tipos de questões que temos que encarar, não lidamos mais com a grana alheia, temos uma visão maior de como funciona uma organização, etc. Você percebe que as coisas são mais difíceis de serem realizadas se você não entende como tudo isso funciona.


Pra deixar o pessoal do SAS mais curioso, pode falar um pouco sobre o que você vai apresentar no evento?
Pretendo falar bastante sobre como a agência pode entregar relatórios que serão realmente úteis para os clientes. Vejo que existe uma dificuldade das agências em entender quais tipos de informações são aproveitadas e, principalmente, como elas devem ser apresentadas. Espero que o pessoal goste!


Para ver as outras entrevistas com os palestrantes do #SAS2015, clique aqui e no blog do Tarcízio. E compre já seu ingresso:

Nos vemos no evento! :)

Social Analytics Summit 2015: no ar! :)


Há poucos meses, o Tarcízio Silva me fez um convite irrecusável: ser co-curadora do Social Analytics Summit 2015, evento focado em métricas e monitoramento realizado pela Media Education.

O Social Analytics Summit, que já está em sua 4ª edição, é um dos principais eventos focados em mensuração & social do país. Já participei tanto como palestrante quanto como ouvinte, e agora estou estreando como curadora! :)

Com muito empenho, eu e Tarcízio preparamos uma grade de conteúdo bem completa, com palestrantes que são referências em suas áreas. Os assuntos passam por diversas áreas do conhecimento, como: linguística, estatística, dataviz, geolocalização, etnografia, pesquisa, planejamento, análise de redes (SNA) e, claro, qual a visão do cliente sobre tudo isso. Esperamos que todos aproveitem o conteúdo e consigam pôr em prática nos seus relatórios!

O site já está no ar e os ingressos estão à venda: