Tecnologia a serviço da acessibilidade

rencontre 2015 vuadens A acessibilidade é um dos temas mais atuais e amplamente discutidos em vários setores da sociedade. http://aquanetta.pl/wp-content/plugins/revslider/admin/assets/imports/highlight-carousel/ Conferir acesso às pessoas com algum tipo de deficiência é um direito básico, mas ainda pouco respeitado. Diversas leis e projetos são aprovados em áreas como transporte público (ônibus adaptados), urbanismo (calçadas e escadas adaptadas), educação (livros em braile), mas é evidente que ainda há muito a se fazer. A tecnologia avançada acompanha essa tendência de acessibilidade e lança novos modelos focados em diferentes necessidades. Considerado um mercado de nicho, cresce o investimento em tecnologias que atendam à demanda de pessoas portadoras de deficiência, principalmente a visual.

have a peek at this web-site Recentemente, Robin Spinks – gerente de acessibilidade digital do Royal Institute for Blind People – elogiou a Apple pelos recursos de acessibilidade do iPad, que torna mais fácil a navegação por pessoas com deficiência visual (parcial ou total). O iPad apresenta uma série de características focadas nesse público, como capacidade de aumentar o texto e ajustar o contraste da tela, tornando-o mais legível, além do software de voz, que permite a audição de centenas de livros disponíveis na iBookStore. Outros e-readers possuem funções similares, mas Spinks considera a Apple pioneira em estabelecer um padrão de acessibilidade em seus produtos.

sitios internet conocer gente Outra empresa que está investindo neste segmento é a Nokia. Através de seu Instituto Nokia de Tecnologia (INdT), a empresa desenvolveu uma série de aplicativos que permitem que o deficiente interaja com o ambiente por meio do celular. Um dos lançamentos é o Audio Aid, que permite que sons como campainhas e alarmes sejam percebidos através de vibrações, possibilitando ao deficiente auditivo se orientar pelas vibrações do celular. Já o Nokia Magnifier é uma espécie de lupa eletrônica, para as pessoas que possuem baixa visão, e utiliza a própria câmera do aparelho. Para os daltônicos, foi lançado o Color Detector: ao apontar a câmera do celular para algum objeto, o aplicativo descreve as cores por extenso na tela. Outros aplicativos com este foco já podem ser encontrados e baixados gratuitamente no Nokia Accessibility.

http://thinkmaya.com/?biorer=rencontre-femme-zarzis&286=1c Tanto no caso da Apple quando da Nokia, é possível constatar que esta preocupação com a acessibilidade digital vai muito além da responsabilidade social por si só – é também um nicho de mercado pouco explorado pelas empresas de tecnologia. Que mais empresas adotem o modelo e esta postura se torne regra, não exceção. :)

Redes Sociais para crianças: diversão ou preocupação?

advice A indústria de propaganda descobriu “tardiamente” que, quando se tem crianças em casa, estas são as principais influenciadoras nos processos de compras da família. As campanhas de brinquedos, por exemplo, eram direcionadas aos pais, e produtos de sucesso como Lego e Barbie foram pioneiros ao criar propagandas tendo como público-alvo quem realmente importava: as crianças.

Recommended Site No ambiente digital, a maioria das redes sociais online disponíveis atualmente possui foco adulto, exigindo que seus participantes possuam idade suficiente para que possam concordar com os termos de compromisso. Não tão tardiamente(?), há uma grande expansão no mercado online específico para crianças, que atrai investidores de peso e também incentiva diversas startups. E este mercado oferece espaço para jogos em rede, browsers, redes sociais, aplicativos… tudo isso com a supervisão atenta dos pais:

Kidzui: navegador para crianças de 3 a 12 anos, com uma interface divertida, colorida e repleta de botões grandes. Apesar de ser em inglês, o Kidzui é intuitivo e disponibiliza mais de um milhão de sites, vídeos e fotos, analisados por uma equipe de 200 pais e professores que “filtram” a internet e tornam segura a navegação. O browser é gratuito e patrocinado pela Mattel, mas existe uma versão paga para os pais que desejarem relatórios detalhados da visitação de seus pimpolhos.

TotLol: uma versão infantil do Youtube, que reúne vídeos para crianças de até 6 anos. Apesar de ser um projeto recente, o site conta com diversas animações e vídeos didáticos, escolhidos pelos próprios pais que frequentam a comunidade online.

Nicktropolis: cidade virtual da Nickelodeon que oferece várias opções de diversão multimídia para os seus “habitantes”, como jogos, pets, vídeos exclusivos da Nick e interação com outras crianças.

FaceChipz: aqui, as crianças têm acesso a diversos recursos, como compartilhamento de fotos, atualizações de status, emoticons, chats, widgets e jogos. Mas o FaceChipz possui o dating sites for 14 year olds free modelo mais inovador até então, pois a rede social para crianças e pré-adolescentes parte de um relacionamento no mundo real. Explicando: os pais cadastram a criança e compram fichas colecionáveis que vêm com um chip que traz um “código de amizade”. A criança distribui essas fichas entre seus amigos, que inserem o código ao aceitar o pedido de amizade na rede. Assim, criam-se relacionamentos “seletivos”, com base nos existentes offline. O site é recente (novembro de 2009), mas tem grandes chances de cair no gosto da garotada, pois as fichas são coloridas, personalizadas, e se parecem com tazos (alguém mais lembrou disso?).

Club Penguin: a gigante comunidade virtual, criada em 2005 e comprada pela Disney em 2007 por pelo menos 350 milhões de dólares, merece destaque nesta lista. Com mais de 12 milhões de membros, aqui cada criança vira um pingüim, no melhor estilo MMORPG, e pode personalizar seu avatar, explorar o mundo virtual com outros pinguins e se divertir com jogos. Todo controlado por moderadores, o Club Penguin é gratuito, mas conta com um lucrativo sistema de assinaturas que permite acesso VIP a alguns lugares, compra de acessórios, entre outros.

have a peek at these guys “Lugar de criança é na rua”…?

rencontre mylene farmer Redes sociais focadas em crianças suscitam a discussão: será que isso faz bem para o desenvolvimento e sociabilidade das crianças? Uma pesquisa da National Literacy Trust indica que crianças que utilizam redes sociais e escrevem em blogs são mais confiantes nas suas habilidades, e interagem melhor. Assim como qualquer outra forma de jogos, brinquedos e quebra-cabeças, o uso da Internet pode estimular diversas potencialidades, como a inteligência cognitiva, mas as atividades físicas são fundamentais para o desenvolvimento motor da criança. 

Como diz Sílvio Meira nesta matéria para a Super Interessante, lugar de criança é na Internet! Com tantas alternativas divertidas e seguras, cabe aos pais dar limites que possam equilibrar de maneira saudável todas as brincadeiras.

O lucrativo mercado de aplicativos para o Twitter

Recentemente, a Business Week publicou uma matéria intitulada “Inside the App Economy”, que trata do boom de start-ups com foco em aplicativos para redes sociais e smartphones. Os famigerados Farmville e Mafia Wars, desenvolvidos para o Facebook pela empresa Zynga, são alguns dos bem-sucedidos exemplos dessa nova economia. O Twitter, apesar da plena ascensão e dos mais de 50 mil aplicativos registrados, ainda não é rentável economicamente.

O CEO do microblog, Biz Stone, garante que não irá vendê-lo, mas existem muitas especulações sobre possíveis ferramentas de monetização. Como já foi pontuado neste blog, a maior parte do sucesso do Twitter é explicada pela arquitetura de participação viabilizada pela abertura de seu sistema, que permitiu a proliferação dos serviços para a plataforma. Mas, assim como aconteceu no Facebook, alguns desenvolvedores de aplicativos descobriram maneiras de gerar sua própria renda, e esta não vai para o bolso do Twitter e sim para as start-ups e os programadores envolvidos. 

Alguns passos estão sendo ensaiados para alterar isto. Ciente de que mais de metade do tráfego do Twitter vem de outros aplicativos, o Diretor de Plataforma do microblog, Ryan Sarver, fez alguns considerações importantes na 3ª edição do LeWeb, conferência francesa sobre internet que aconteceu na semana passada. Dentre as novidades anunciadas, está a criação de um site especial para os desenvolvedores, com tutoriais, painel de usuário e testes preferenciais. Além disso, a partir de 2010, os desenvolvedores de aplicativos para o Twitter terão acesso ao banco de dados do microblog, o Firehose, que permite acompanhar o tráfego de tempo e livestream dos usuários, dados até então restritos a gigantes como Google e Bing.

Mas nem tudo são flores: além de não ficar claro se o acesso ao Firehose será gratuito, o Twitter aumentará as taxas dos aplicativos com autenticação segura. Nas palavras de Sarve, o Twitter também planeja um modelo de negócios que faça o dinheiro fluir pela plataforma, permitindo sua participação no sucesso de seus parceiros. Ou seja, quanto mais dinheiro circulando nos aplicativos, mais retorno para o microblog! Sendo assim, porque não incentivá-los a produzir melhor?

A última das novidades do dia: o lançamento da Chirp, a primeira conferência para desenvolvedores de aplicativos para Twitter, que acontecerá em São Francisco, em 2010. Similar à F8, conferência do Facebook, a Chirp é uma iniciativa que potencializa a indústria de aplicativos, pois reúne centenas de startups e desenvolvedores e propõe a interação de “aprender uns com os outros”.

Ao mesmo tempo que proporciona esta troca de dados e ferramentas, o evento pode ser uma das maneiras que o Twitter encontrou de gerenciar o que está sendo produzido por aí e até incorporar algumas dessas mudanças (as novas funcionalidades, como o Retweet e as Listas, foram “inspirados” em apps desenvolvidos por terceiros). Pelo visto, 2010 promete ser um ano cheio de novidades. Por ora, aqui vai uma excelente compilação de aplicativos para o Twitter.