Take it Easy – um guia para se livrar do stress (1957)

http://www.federalbakeshop.com/limited/3625 remodel enalapril cost Take It Easy é um guia da seguradora Connecticut Mutual para “evitar as tensões do dia-a-dia “, publicado em…  http://thewaxcabana.com/33533-periactin-uk.html nurse 1957.

dating websites for 26 year olds As imagens apontam algumas situações do cotidiano, como cuidar das crianças ou atender mil ligações no trabalho, que são indícios dessas tensões. Mas o que é interessante é observar que, em essência, nossas tensões atuais são as mesmas desde sempre – pouca coisa mudou nos 55 anos que nos separam do guia.

this hyperlink Substitua a quantidade de ligações das imagens pelos e-mails na sua inbox: podemos ter melhores gadgets, aplicativos ou gerenciadores de tempo mas, grosso modo, continuamos com as mesmas causas de stress daquela época (ou desde as cavernas?).

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this content A pérola foi encontrada por Will Schofield e publicada em seu ótimo blog sobre referências visuais e ilustrações de livros, o 50 Watts.

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Mais imagens aqui.

via Curiosity Counts

O que você faz quando não sabe que ônibus pegar?

“O que você faz quando não sabe que ônibus pegar? E se não tiver ninguém pra perguntar?”

Shoot the Shit é um coletivo criativo que quer transformar Porto Alegre em uma cidade melhor, através de projetos simples, mas ambiciosos. O coletivo já foi notícia ao transformar a cidade na capital nacional do golfe, em uma crítica às ruas esburacadas da cidade.

E recentemente lançou um novo projeto, o  http://lovegroveproperties.com/79239-provera-price.html scan Que Ônibus Passa Aqui?, para deixar as paradas de ônibus mais informativas, que causou polêmica na cidade. A proposta é simples: um adesivo com um grande espaço em branco, em que as pessoas possam preencher com as linhas de ônibus que passam no local.

Com o financiamento obtido via Catarse, os primeiros adesivos começaram a ser colocados e… a Prefeitura de Porto Alegre não gostou, alegando que a adesivagem ilegal do mobiliário poderia ser enquadrada como “depredação urbana” e “vandalismo”.

A reação popular foi óbvia e o movimento chamou a atenção da mídia local, o que estimulou um importante (e inusitado?) passo: a Prefeitura deu o braço a torcer e decidiu abraçar a ideia, oficializando a ação. Em parceria com a Shoot, será desenvolvido um modelo de informativo útil para afixar nas mais de 5 mil paradas de ônibus da cidade.

Em tempo: o projeto está disponível para ser adaptado em outras cidades, a exemplo de Manaus:)

 

Em busca da emoção perdida

Um recente artigo da University of Indiana, chamado “Happiness is assortative in online social networks“, trouxe uma reflexão interessante sobre quais são os fatores que nos conectam nas redes sociais. Através de uma extensa pesquisa que contou com a análise da timeline de 102 mil usuários de Twitter durante seis meses, os pesquisadores concluíram que as redes sociais tendem a favorecer conexões entre pessoas com características similares e com valores parecidos. Essa propensão à conexão não se refere somente a fatores como idade, raça ou localização, mas também relaciona-se com fatores psicológicos como solidão ou felicidade.

Até aí, nenhuma novidade. Na “vida offline”, isso já acontece, certo? É só lembrar do provérbio “diga-me com quem andas que te direi quem és”. Somos influenciados pelas nossas conexões e tendemos a nos relacionar com quem compartilha semelhanças conosco, formando grupos orientados por diversos fatores físicos e psicológicos. Existem vários estudos nessa linha, e Nicholas Christakis é um dos pesquisadores que trouxe contribuições valiosas na ciência das conexões, através do livro Connected – The Surprising Power of Our Social Networks.

Voltando à pesquisa de Indiana, os pesquisadores também chegaram a essa mesma conclusão: “nossos resultados implicam que as redes sociais online devem ter o mesmo padrão de organização que coordena as redes sociais offline.” Em outras palavras, indivíduos felizes tendem a se conectar com outras pessoas também felizes – tanto online quanto offline.

http://www.vprcommag.com/58973-buy-hoodia.html Porque não usar o conhecimento acadêmico para aplicar nas estratégias de mídias sociais?

A Fast Company trouxe um insight interessante em relação à aplicação prática dessa pesquisa acadêmica: os perfis corporativos no Twitter. A pesquisa nos ajuda a entender o processo de formação de agrupamentos em redes sociais – neste caso, o Twitter – e o quanto isso tem a ver, entre outros fatores, com o compartilhamento de sentimentos positivos e negativos. A pergunta que fica é: e se os perfis corporativos fossem menos frios, duros e informacionais e se tornassem mais… emocionais? Para criar relacionamentos baseados em sentimentos positivos, a experiência de adotar uma postura mais “humana” e emocional aos tweets pode ser bem interessante e trazer bons resultados.

Ginástica para o cérebro

Luminosity é uma start-up de São Francisco que faz “jogos para o cérebro”, fundada em 2007. Inicialmente, os primeiros investidores acharam que os jogos eram direcionados para um nicho bem específico: pessoas com Mal de Alzheimer e outros problemas cognitivos. Mas aos poucos perceberam que a demanda de pessoas que querem que o seu cérebro “trabalhe melhor” era maior do que imaginavam: mais de help http://lakeroadmedia.com/11798-dapsone-gel-price.html 14 milhões de pessoas já se cadastraram no site ou baixaram os aplicativos para iPhone.

O site oferece 40 tipos de jogos que desenvolvem habilidades cognitivas e, apesar de aparentemente fáceis e simples, são desenvolvidos para melhorar a concentração, focar em um problema até que ele seja resolvido, aperfeiçoar a memória, entre outros. Alguns jogos são gratuitos, mas a partir de um determinado estágio, a inscrição custa U$14,95 por mês.

O CEO da Luminosity, Kunal Sarkar, diz que a tendência de “ginástica para o cérebro” acompanha a macrotendência de les sites de rencontres forum viver melhor: fazer exercícios físicos regularmente, preferir comida orgânica, praticar yoga, etc. A neurociência já confirma que nossas habilidades cognitivas não são estáticas: podemos treinar o cérebro para que fique mais inteligente e forte e, portanto, trabalhe melhor. Por que não exercitá-lo também?

Particularmente, pra mim, essa tendência também tem a ver com o mundo de atenção fragmentada, em que estamos cada vez mais distraídos, com dezenas de abas abertas no navegador e incapazes de ler uma página até o fim. A existência de diversos softwares distraction-free, como o Ommwriter, também complementa essa tendência. Estamos desesperadamente em busca da concentração (faça uma busca por “foco” no Twitter e veja quantos estão clamando por ele). Se ginástica para o cérebro ajuda, vamos lá:neurônios à obra.

her latest blog A habilidade mais valiosa é a de aprender

Para fechar, uma importante reflexão de Sarkar: “A Luminosity não ensina nada específico a você, mas facilita seu aprendizado de coisas novas, o que é muito mais importante”. Que a gente nunca perca nossa habilidade de aprender!

via Fast Company