Estudo “Twitter Influence”, da Burson-Marsteller

http://www.mongoliatravelguide.mn/?sakson=opzioni-binarie-con-mt4&15b=fd “Usuários do Twitter que seguem as 100 maiores empresas do mundo são mais conectados e influentes, apontou o Estudo Global B-M “Twitter Influence”, pesquisa mundial da Burson-Marsteller que traçou o perfil dos seguidores de grandes corporações. 

have a peek at this web-site O estudo foi produzido pela Burson-Marsteller, empresa global líder em relações públicas, em parceria com a StatSocial, plataforma de análise de mídias sociais, e estudou os mais de quatro milhões de seguidores das 100 maiores empresas do ranking da Fortune. Foi identificado que os seguidores de grandes empresas têm, em média, 735 conexões em seus canais de mídias sociais, contra 300 da média geral.”

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Conheça o projeto Polyteck: ciência e tecnologia em revista

order no online rx Seroquel Hoje um título de post publicado em um grupo de Facebook me chamou a atenção: “Como o seu comportamento pode transformar as universidades“. Esse é um assunto que me interessa bastante, e tive uma grata surpresa ao ler o post. :)

have a peek here Trata-se de uma revista chamada Polyteck, focada em tecnologia e ciência de ponta e distribuída gratuitamente nas universidades. A ideia é de André Sionek, estudante de Física da UFPR, que estudou na University of Pensilvannia através do programa Ciência Sem Fronteiras do Governo Federal.

opções binárias blog Segundo André, na temporada na universidade norte-americana, ele percebeu diferenças no típico aluno norte-americano e brasileiro, como a falta de interesse do estudante brasileiro pelo que há de novo no campo da tecnologia e ciência e pelo estudo/conhecimento de forma geral (salvo exceções, é claro).

pharmacy metformin Isso acabou gerando uma ideia para contribuir com a disseminação do conhecimento entre os universitários brasileiros. Nas palavras do fundador da Polyteck:

http://www.cu.edu.lr/?iyr23=no-deposit-bonus-option-binary&fcd=58 “Ao voltar do intercâmbio eu criei, junto com alguns colegas, uma revista de tecnologia e ciência que é distribuída gratuitamente dentro das universidades. O nosso objetivo é entregar a revista para os milhares de universitários que estão acomodados nas universidades. Jovens que não tem iniciativa para acessar algum blog sobre ciência na internet e muito menos vontade de ler um artigo científico ou um conteúdo mais aprofundado. Publicamos adaptações de artigos científicos de periódicos de alto impacto. Não simplificamos muito o conteúdo, pois acreditamos que os universitários tem capacidade para (e precisam) entender textos mais técnicos e procurar mais informações no artigo original caso tenham dúvidas. (…)

enter site Quando um aluno lê a nossa revista dentro da universidade ele influencia os que estão ao seu redor, torna público o fato de que se interessa por tecnologia e ciência. E isso pode motivar mais jovens a lerem e se manterem atualizados com o que ocorre na tecnologia e ciência. Queremos criar esse resíduo de comportamento que vai influenciar e causar mudanças no comportamento de mais universitários.”

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A intenção dos fundadores do projeto é distribuir a Polyteck, que já está na sua 4ª edição, em outras universidades brasileiras. Para isso, estão com um projeto de financiamento no Catarse, em que pode-se contribuir com a causa a partir de R$ 10.

Sempre tive muito interesse no que é produzido e publicado pelo ambiente acadêmico e acredito que iniciativas como essa ajudam a reduzir o gap entre o mercado e a academia. Acredito que esse projeto é muito válido e pode realmente incentivar a busca pelo conhecimento e uma mudança no comportamento de muitos estudantes Brasil afora. Eu já contribui! E você?

 

Segmentação de Público no Monitoramento de Mídias Sociais

O Tarcízio Silva, gerente de produto da Social Figures, acaba de publicar um material muito bacana sobre segmentação de público no monitoramento de mídias sociais.

O mais interessante é que o paper traz referências da pesquisa “tradicional” para o universo do monitoramento de mídias sociais. A busca por referências tradicionais nem sempre é comum para quem trabalha com mídias sociais, cujo discurso geralmente é de que “tudo novo”. Em monitoramento, é importante lembrar que temos muito o que absorver do que já foi estudado, publicado e ensinado sobre pesquisa, demografia, psicologia, comportamento, entre outros.

A classificação de menções em categorias, por exemplo, não tem nada de novo. Laurence Bardin, professora de Psicologia da Universidade de Paris V, escreveu sobre isso em 77, em seu livro Análise de Conteúdo (super recomendado, aliás).