Referências – blogs

De vez em quando alguém me pede dicas de sites e blogs para estar por dentro das tendências em comunicação digital e outras coisas legais. De cabeça, lembro de no máximo 5 ou 6 blogs, pois minha fonte diária de recursos é o Google Reader, meu fiel companheiro há uns bons anos.

Então decidi exportar os feeds e publicar aqui minha lista de principais referências. Alguns são grandes portais super conhecidos – outros, blogs pessoais cheios de originalidade e novos pontos de vista. Existem, é claro, os preferidos, e os que acompanho só por acompanhar. Estou sempre adicionando novos blogs e retirando os que já não fazem tanto sentido. Espero mantê-la atualizada.

A lista está dividida entre 6 grupos: latest dating site in sweden Marketing Digital, Publicidade e Social Media; Cultura, pop e tendências; Educação e psicologia; Jornalismo, Tecnologia e Negócios; Aplicativos, plataformas e gadgets; AI, usabilidade e dataviz.

PS: essa lista é BEM pessoal, e não é “regra” pra ninguém, ok?

PS 2: aceito sugestões, publiquem nos comentários :)

 

http://atver-acis.lv/tyre/3440 Marketing digital, Publicidade e Social Media

All Facebook http://www.allfacebook.com/

Brass Tack Thinking http://www.brasstackthinking.com/

Brian Solis http://www.briansolis.com/

DDB Know More http://ddbknowmore.tumblr.com/

Digital Buzz http://www.digitalbuzzblog.com/

Dossiê Alex Primo http://www.interney.net/blogs/alexprimo/

Emarketer http://www.emarketer.com/

Intelligent Measurement http://intelligentmeasurement.wordpress.com/

Jeremiah Owyang http://www.web-strategist.com/blog/

JWT Intelligence http://www.jwtintelligence.com/

Life Analytics http://lifeanalytics.blogspot.com/

Likeable http://www.likeable.com/

Logic + Emotion http://darmano.typepad.com/

Marketing Tech Blog http://www.marketingtechblog.com/

Mashable http://mashable.com/

Brainstorm #9 http://www.brainstorm9.com.br/

Edelman Insights http://www.edelman.com/insights/

Netbase http://www.netbase.com/

Não Zero http://www.naozero.com.br/

Cris Dias http://www.crisdias.com/

Avinash Kaushik http://www.kaushik.net/avinash/

Our Social Times http://oursocialtimes.com/

Philip Sheldrake http://www.philipsheldrake.com/

PR-Squared http://www.pr-squared.com/

Media Psychology Blog http://mprcenter.org/blog/

Pushing Social http://pushingsocial.com/

Radian6 (ebooks) http://www.radian6.com/resources/

Radian6 (blog) http://www.radian6.com/blog/

Read Write Web http://www.readwriteweb.com/

Simply Zesty http://www.simplyzesty.com/

Social Fresh http://socialfresh.com/

Talent Imitates, Genius Steals http://farisyakob.typepad.com/blog/

Tarcízio Silva http://tarciziosilva.com.br/blog/

ConMetrics http://commetrics.com/

InConMetrics http://www.incommetrics.com/

Content & Social http://contentandsocial.com/

Coxa Creme http://www.coxacreme.com.br/

Raquel Recuero http://www.pontomidia.com.br/raquel/

Social Media Examiner http://www.socialmediaexaminer.com/

Social Media Analysis http://socialmediaanalysis.com/

Social Media Today http://socialmediatoday.com/

Social Media Explorer http://www.socialmediaexplorer.com/

Monitoring Social Media http://www.monitoring-social-media.com/

Social Mouths http://socialmouths.com/blog/

Socialnomics http://www.socialnomics.net/

Social Times http://socialtimes.com/

Unplanned http://unplanned.com.br/

Luli Radfahrer http://www.luli.com.br/

Simply Measured http://simplymeasured.com/blog/

Net-Savvy Executive http://net-savvy.com/executive/

Winning the internet http://www.netrootsfoundation.org/blog/

1000 heads http://1000heads.com/

Advertising Lab http://adverlab.blogspot.com/

Fresh Networks http://www.freshnetworks.com/blog/

Life. Then Strategy http://www.markpollard.net/

Cinara Moura http://mouracinara.com/

Ad Age http://adage.com/

Adverblog http://www.adverblog.com/

Invisible Red http://invisiblered.blogspot.com/

Smart Insights http://www.smartinsights.com/

Viu Isso? Michel Lent http://www.viuisso.com.br/

Puta Sacada http://www.putasacada.com.br/

Hello You Creatives http://helloyoucreatives.com/

 

singletreff ravensburg Tendências, cultura, pop

Brain Pickings http://www.brainpickings.org/

Curiosity Counts http://curiositycounts.com/

Exp.lore http://exp.lore.com/

BBH Labs http://bbh-labs.com/

Conector http://www.oesquema.com.br/conector/

Update or Die! http://www.updateordie.com/

Boing Boing http://boingboing.net/

Emergent by Design http://emergentbydesign.com/

Open Culture http://www.openculture.com/

Fast Company http://www.fastcompany.com/

Follow the colours http://followthecolours.com.br/

Futureful Blog http://www.futureful.com/

Seth Godin http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/

io9 http://io9.com/

PSFK http://www.psfk.com/

Ideas, Insights, Inspiration http://danielmejiagomez.tumblr.com/

Made by Many http://madebymany.com/blog

NextNess http://nextness.com.au/

Obvious Mag http://obviousmag.org/

Pablo Marques http://pablomarques.tumblr.com/

Ponto Eletrônico http://pontoeletronico.me/

Ricardo Lombardi http://blogs.estadao.com.br/ricardo-lombardi/

Springwise http://www.springwise.com/

Swiss Miss http://www.swiss-miss.com/

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Trabalho Sujo http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/

 

libros ligar mujeres Jornalismo, tecnologia e negócios

Blog do Google Brasil http://googlebrasilblog.blogspot.com/

Blog do Google http://googleblog.blogspot.com/

Blog do Google Varejo http://googlevarejo.blogspot.com/

Think Insights http://www.thinkwithgoogle.com/insights/

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Blog do Link http://blogs.estadao.com.br/link/

De repente http://derepente.com.br/

Google Discovery http://googlediscovery.com/

TechCrunch http://techcrunch.com/

Tiago Dória http://www.tiagodoria.ig.com.br/

The Next Web http://thenextweb.com/

 

i loved this Aplicativos, plataformas, gadgets

Daniel Gonzales http://blogs.estadao.com.br/daniel-gonzales/

Lifehacker http://lifehacker.com/

Smarterware http://smarterware.org/

What’s New http://br.wwwhatsnew.com/

LikeCool http://www.likecool.com/

Useful Tools http://www.usefultools.com/

Beta List http://betalist.tumblr.com/

 

view it Educação e psicologia

E-learn Space http://www.elearnspace.org/blog/

Technosociology http://technosociology.org/

Tecnologia Educacional http://enioaragon.wordpress.com/

Mind Hacks http://mindhacks.com/

Mind Shift http://mindshift.kqed.org/

Psychology Today http://www.psychologytoday.com/

 

http://netix.pl/includes/frazaty/4467 AI, design, usabilidade, dataviz

Arquitetura da Informação http://arquiteturadeinformacao.com/

Design de serviços http://designdeservicosbrasil.blogspot.com/

Information is Beautiful http://www.informationisbeautiful.net/

Medindo a influência nas mídias sociais – entrevista

Há algum tempo, o Tarcízio Silva me convidou para participar de uma série de entrevistas sobre my response influência em mídias sociais, a ser publicada em seu blog. Agradeço o espaço concedido por ele e republico o conteúdo aqui. Na entrevista, falei um pouco sobre a minha experiência na campanha eleitoral de 2010 e também sobre o que defino como influência (essa palavrinha mágica). Para quem tiver interesse, as outras entrevistas podem ser conferidas aqui.

A décima entrevista foi realizada com Mariana Oliveira, Analista de Pesquisa e Métricas em Mídias Sociais na Talk Estratégias Digitais. Participou da campanha presidencial online de 2010, nas estratégias de Monitoramento e Métricas do candidato José Serra. Estuda as intersecções entre comunicação e internet, em especial as redes, política e comportamento e bloga no marianarrpp.com, além do Dossiê Alex Primo, no Blog Mídias Sociais e no Blog da Talk.

are nina and paul dating O que define a influência nas mídias sociais, para você? Qual a importância de medi-la?
Pra mim, é impossível separar influência de outras duas palavras: contexto e público. Influente para que público? Em que situação? Uma pessoa considerada influente no Twitter pode estar associada a um grupo (blogueiras de moda, por exemplo) e não exercer nenhuma influência em outros grupos. Então creio que só podemos identificar os “influentes” nas mídias sociais depois de delimitarmos qual público desejamos atingir. Partindo desse mapeamento, a influência é a capacidade de propagar uma mensagem para um grupo específico, seja para esclarecer ou engajar, abrigando variáveis como confiança e credibilidade. É uma forma de poder/autoridade em alguma área, fruto do reconhecimento público, e que pode ser determinante em diversas situações, como processos de decisão de compra, por exemplo.

rencontres la baule Como é o trabalho de análise e monitoramento das mídias sociais em eleições? Quais as diferenças?
Nas eleições de 2010, o trabalho de análise e monitoramento de mídias sociais serviu como uma espécie de “bússola” para as estratégias digitais das campanhas, buscando oportunidades de interação e orientando ações de engajamento com o público. Para efeito de comparação, a equipe de monitoramento analisa os índices dos três principais candidatos, identificando os atores em destaque de cada situação e analisando de que maneira se davam as relações entre eles. Além da análise de sentimento, outros dados são considerados ara análise: principais assuntos de interesse dos públicos envolvidos (detratores, ativadores, questionadores, etc), influenciadores em determinados grupos e, principalmente, os eleitores “em dúvida”, que estavam em busca de informações que definiriam seu voto.
Além de nortear a estratégia principal, o monitoramento permite estar atento às estratégias alheias, sendo fundamental na gestão de crises em campanhas políticas. Por exemplo: se havia suspeita de um “twittaço” marcado para o dia X, era possível preparar as bases de ativadores para reagir.

As eleições de 2012 estão chegando e imagino que a necessidade de segmentar a análise dos perfis vai ser ainda mais importante. O que você espera do mercado e das práticas de análise e métricas de mídias sociais para o próximo ano?
Eu espero que a área de monitoramento e métricas de mídias sociais contribua, nas eleições de 2012, de maneira mais focada na prevenção do que na reação. Antever as crises, possibiltando o planejamento de diversos cenários e, assim, não ficar “correndo atrás da máquina” reagindo às campanhas dos adversários.
Uma das maiores dificuldades é o fluxo de informação: “encontrei uma informação valiosa, para quem eu passo?”. O processo é tão cheio de empecilhos que até chegar a quem deveria, já perdeu-se o timing. Assim, a melhoria nos processos e fluxos da informação ainda é uma das coisas que eu espero do mercado, para que estes dados provenientes das análises sejam apresentados e tenham utilidade, não ficando presos em  relatórios jamais lidos.

Analistas de comunicação digital terão, algum dia, um escore básico e consensual no mercado para se basear? O Klout Score está tentando virar esse índice padrão, mas será que ele – ou qualquer outro – conseguirá?
Posso ser pessimista, mas creio que não. Acreditar em um escore consensual é ignorar duas etapas importantes:
- desconsiderar as transformações diárias que o mercado de comunicação digital sofre, como mudanças nas APIs ou nos mecanismos de busca, adoção de novas práticas em redes já estabelecidas (como o Facebook), surgimento de novos sites/redes de influência, etc.
- descontextualizar o cliente, ignorando algumas razões para aquele índice. Como exemplo, o caso da Arezzo que, há pouco tempo, ganhou subitamente muitos fãs/seguidores por causa do ocorrido com a coleção de peles. Com certeza seu índice de influência cresceu (muitos seguidores, menções, RTs), mas esse escore é capaz de identificar o contexto desse crescimento?
Acredito que os índices como o Klout e PeerIndex possam ser um bom ponto de partida para a análise de influência, mas em seguida devem abrir um leque de possibilidades para transformar esse número em algo que tenha significado no contexto do cliente. Se meu cliente é um político e eu lhe digo que seu Klout é 55, isso não diz muita coisa se não for comparado a outros políticos, seguido de uma análise de conteúdo do perfil, ou ao menos acompanhado de uma minuciosa análise de sentimento. Já vi casos em que o índice do Klout é super alto e 98% das menções são negativas. Que tipo de influência é essa que estamos procurando, se desacompanhada de dados que possam ter significado?

Que avanços futuros você vislumbra para a mensuração e monitoramento das mídias sociais?
Mais do que o surgimento de novas ferramentas ou índices-padrão, eu espero que seja possível entender mais de comportamento humano, cruzar esses dados e estabelecer padrões que nos ajudem a compreender como isso se reflete nas mídias sociais.

Em busca da emoção perdida

Um recente artigo da University of Indiana, chamado “Happiness is assortative in online social networks“, trouxe uma reflexão interessante sobre quais são os fatores que nos conectam nas redes sociais. Através de uma extensa pesquisa que contou com a análise da timeline de 102 mil usuários de Twitter durante seis meses, os pesquisadores concluíram que as redes sociais tendem a favorecer conexões entre pessoas com características similares e com valores parecidos. Essa propensão à conexão não se refere somente a fatores como idade, raça ou localização, mas também relaciona-se com fatores psicológicos como solidão ou felicidade.

Até aí, nenhuma novidade. Na “vida offline”, isso já acontece, certo? É só lembrar do provérbio “diga-me com quem andas que te direi quem és”. Somos influenciados pelas nossas conexões e tendemos a nos relacionar com quem compartilha semelhanças conosco, formando grupos orientados por diversos fatores físicos e psicológicos. Existem vários estudos nessa linha, e Nicholas Christakis é um dos pesquisadores que trouxe contribuições valiosas na ciência das conexões, através do livro Connected – The Surprising Power of Our Social Networks.

Voltando à pesquisa de Indiana, os pesquisadores também chegaram a essa mesma conclusão: “nossos resultados implicam que as redes sociais online devem ter o mesmo padrão de organização que coordena as redes sociais offline.” Em outras palavras, indivíduos felizes tendem a se conectar com outras pessoas também felizes – tanto online quanto offline.

Porque não usar o conhecimento acadêmico para aplicar nas estratégias de mídias sociais?

A Fast Company trouxe um insight interessante em relação à aplicação prática dessa pesquisa acadêmica: os perfis corporativos no Twitter. A pesquisa nos ajuda a entender o processo de formação de agrupamentos em redes sociais – neste caso, o Twitter – e o quanto isso tem a ver, entre outros fatores, com o compartilhamento de sentimentos positivos e negativos. A pergunta que fica é: e se os perfis corporativos fossem menos frios, duros e informacionais e se tornassem mais… emocionais? Para criar relacionamentos baseados em sentimentos positivos, a experiência de adotar uma postura mais “humana” e emocional aos tweets pode ser bem interessante e trazer bons resultados.

Ebook: Mídias Sociais e Eleições 2010

Fui convidada pelo pessoal da Papercliq para escrever um artigo para o ebook Mídias Sociais e Eleições 2010, que foi lançado ontem no Papos na Rede. A publicação traz 23 artigos que refletem diferentes âmbitos da campanha eleitoral de 2010 em relação a comunicação digital. Adorei, pois já tinha participado de um ótimo ebook da Papercliq, o Mídias Sociais: Tendências, Perspectivas e Reflexões. Obrigada, Tarcízio, pelo convite. :)

Começando na pág. 14 e sob o título A influência da campanha Obama nas eleições brasileiras de 2010, o objetivo do meu texto é, a partir de diferenciações básicas entre as campanhas (e das situações políticas e culturais dos países), analisar a influência de algumas macroestratégias da campanha Obama nas nossas eleições, com destaque para as coberturas colaborativas, o Twitter oficial do candidato, as Centrais de Boato, e por aí vai.

Sem mais delongas: leia, aproveite, compartilhe o ebook!

Mídias Sociais e Eleições 2010

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10 erros comuns sobre mídias sociais

Encontrei essa “polêmica” lista e achei interessante compartilhar aqui também. Existe muita informação equivocada sobre mídias sociais circulando por aí, e o pessoal do The Next Web reuniu os 10 erros mais populares sobre o assunto. Não concordo plenamente com a lista, mas é um bom início de discussão!

1) No Twitter, todo mundo só fala sobre o que almoçou e bobagens do tipo

Este é um dos erros mais comuns entre pessoas que nunca tiveram contato com o Twitter. Talvez seja culpa dos jornalistas/blogueiros que, quando tentam explicar o Twitter, dizem que “são mensagens curtas sobre o que você está fazendo”. O Twitter é uma amostra de como é o mundo offline: algumas pessoas estão falando sobre bobagem, outras não. De fato existem muitos tweets triviais, mas há também espaço para conversas profundas, notícias, observações e comentários inteligentes.

2) Se o Twitter não consegue obter nem seu próprio lucro, não é uma alternativa viável para o meu negócio

O Twitter só não está ganhando mais dinheiro porque este não é o objetivo principal do negócio.  O verdadeiro desafio é continuar sendo relevante para seus usuários. Obter lucro em cima de 200 milhões de membros é fácil. Já permanecer relevante para esses mesmos 200 milhões de membros, por um longo período de tempo, aí sim é difícil. O Twitter é inteligente o suficiente para concentrar-se no segundo objetivo.

3) LinkedIn é para negócios, Facebook é para amigos

Muita gente acha que fazer apenas o “básico” é tudo que você precisa para estar “por dentro” do que acontece na web. Ou seja, se você tem um negócio, basta ter um perfil no LinkedIn e pronto. É um bom começo, mas certamente não é o fim. Atualmente, as empresas tem que estar também no Facebook também (se não estão, me deixam um pouco desconfiados). Assim como todo mundo tem endereço de e-mail, logo todos vão ter uma conta no Twitter e Facebook. Leva pouco tempo para fazer um perfil, porque não fazer  hoje?

(discordo: pode levar pouco tempo para fazer um perfil, mas leva tempo para ser atualizado e analisado com qualidade)

4) Manter perfis em mídias sociais tomam muito tempo

Eu não tiro tempo para twittar. Eu twitto quando estou esperando alguém, assistindo TV, ou quando preciso de uma pequena pausa durante o trabalho. O Twitter não toma seu tempo, assim como respirar não toma seu tempo. Apenas acontece. Se mesmo assim você achar que isso toma muito tempo, não venha me dizer que você está ocupado demais. O americano assiste em média mais de 4 horas de TV por dia. Que tal separar 30 minutos dessa atividade que não estimula sua mente, e destiná-los à interação com pessoas inspiradoras no Twitter?

(discordo novamente: twitter não é unicamente postar um tweet. é ler o que os outros escrevem, responder menções, DMs, estabelecer conversação. e isso leva tempo, sim. o que temos que decidir é quanto de tempo dedicaremos para ele.)

5) Compartilhar é coisa de gente exibida

“Por que você quer compartilhar tudo com o mundo? Você está querendo se exibir ou algo assim?” Sim, já ouvi essa frase muitas vezes. Não, eu não gosto de ficar mostrando meus órgãos genitais a outras pessoas. O que eu aprecio é compartilhar minhas experiências e idéias com outras pessoas. Isso é o que nos define como seres humanos: o poder de compartilhar nossas esperanças, sonhos e pensamentos com os outros. As redes sociais apenas tornam esse processo mais fácil. Exibicionismo não tem nada a ver com isso.

6) Você não consegue dizer nada significativo em apenas 140 caracteres

A limitação de 140 caracteres no Twitter é baseado na limitação de 160 caracteres do SMS, que é baseado no tamanho médio dos cartões postais. A equipe que decidiu sobre o formato SMS contou os caracteres dos textos em milhares de cartões postais e descobriu que raramente os 160 caracteres foram ultrapassados. Apesar de 160 caracteres parecer pouco, você ficaria surpreso com a quantidade de sabedoria, emoção e criatividade que pode expressar. Por que não experimentar?

7) Você não consegue ter lucro nenhum com o Twitter

Este é um dos argumentos preferidos das editoras e meios de comunicação de massa (o que alguns chamam de “velha mídia”). Eles tentam parecer inteligentes, mas é óbvio que não pensaram nenhum segundo sobre isso. A resposta é simples: ALCANCE. Publicação é alcance. Você tem um público, e tem a sua atenção. Isso significa que você pode vender anúncios. Eu tenho quase 15 mil seguidores no Twitter e o @TheNextWeb tem mais de 500 mil. Embora não haja  maneira direta de lucrar com esses seguidores, isso significa que temos uma platéia de ouvintes. E você pode transformar em dinheiro, que é algo que qualquer editor deve conhecer.

8 ) Estou velho demais para isso

Eu acho que você está, mesmo, com um pé na cova. Poderia muito bem morrer agora, e tudo bem. Ok, não acho isso realmente! As mídias sociais são populares entre os jovens e, veja bem!, pessoas mais velhas. Meus filhos têm um contato muito maior com os meus pais do que eu tinha com meus avós. A razão: o Twitter, e-mail, Skype e outras mídias sociais. Os idosos se locomovem menos e acabam usando o Skype para fazer videochat com seus filhos e netos. Ou seja, você não é velho demais! É um teimoso, isso sim!

9) É informação demais!

É verdade que há muita informação disponível online, mas isso não pode ser considerado uma coisa ruim. Você considera uma biblioteca culpada por ter muitos livros? Você se sente incompetente por não ser conseguir ler todos os lançamentos literários? Claro que não. A web é uma coleção gigantesca de bits de informação, sem estrutura. É assim que me sinto quando visito uma cidade pela primeira vez. Se você estiver interessado, procurar um pouco e manter a mente aberta, em poucas horas você começará a ver modelos, padrões e estrutura (e vai ficar mais fácil de encontrar informações). Não despreze as coisas só porque elas (ainda) não parecem familiares pra você.

10) É só para geeks e nerds

Lembro-me vividamente da primeira vez que ouvi alguém falar sobre e-mail. Virei a cabeça para ver quem era essa pessoa que sabia sobre ‘e-mail’! Recentemente eu encontrei alguém que não tem um endereço de e-mail. Fiquei chocado. Mídias sociais são SOCIAIS. Ou seja, sua mãe, seus filhos, seus funcionários vão usar. Você pode virar as costas e ignorar a conversa, ou mergulhar nela! De qualquer forma, as pessoas já estão conversando e trocando experiências nas mídias sociais – e isso não vai acabar. É sua a escolha de se envolver, ou não. Você pode ter um monte de desculpas para não participar, mas o que exatamente você ganha com isso? Desligue a TV, respire fundo e mergulhe!